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Como é possível existirem lados "maus" em estarmos a trabalhar? A realidade é que existem esses pontos negativos. Acabamos por respirar e transpirar trabalho durante as horas de trabalho e mesmo após sairmos de lá. Já tudo isto é negativo, então se juntarmos a esta festa o facto de não gostarmos com quem trabalhamos ou não nos darmos bem com eles torna tudo muito mais insuportável. Sim, porque em todos os trabalhos vamos ter de lidar com pessoas de quem não gostamos, é uma realidade, mas que torna todo um ambiente pesado... lá isso torna!

Já para não falarmos de o tema "trabalho" acabar por se tornar no assunto do dia-a-dia nas nossas relações com o namorado/marido/família. Se isto é favorável? Logicamente que não, acaba por se tornar exactamente o oposto. Deixa quem nos rodeia saturados de nos ouvir falar do mesmo assunto e de nos ver cansados e metidos sempre dentro do espaço que deveria deixar-nos minimamente satisfeitos e confortáveis de o frequentar. 

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Tipos de clientes, do melhor ao pior!

por *Márcia S.*, em 05.12.18

Seja qual for a área de trabalho em que estamos inseridos, acabamos por ter uma imensa diversidade de áreas que estão em constante contacto com o público/clientes (como lhes preferirem chamar). Em dois anos e meio de trabalho em constante contacto com o público já vivenciei umas experiências caricatas com eles. 

Desde aqueles clientes que chegam sempre bem dispostos, que tratam bem os funcionários que os atendem e até "brincam" connosco (muitas das vezes com essas brincadeiras acabam por nos tirar o stress com que estamos nesse momento). Até que existem clientes, maioritariamente estrangeiros, que como forma de recordação da loja/espaço onde estão a ser atendidos querem tirar a tão famosa "selfie" connosco (sim, já me aconteceu por diversas vezes ter clientes estrangeiros que quando estão a ser atendidos estão a brincar connosco e acabam a pedir permissão para tirarmos uma selfie com eles). Recordo-me de uns, se não me engano, ingleses que atendi há uns bons meses atrás com outros colegas/chefes que antes de saírem da loja pediram se lhes podíamos dar um abraço porque aceitamos bem as suas brincadeiras e por termos sido acolhedores para com eles. Juro que não se encontravam embriagados. 

Até que, e aqui aparece a parte pior, aparecem aqueles clientes arrogantes, que roçam a ignorância e má educação! Desde chegarem a gritar com os funcionários, a nem um "bom dia/boa tarde/boa noite" saberem dizer, falarem com ar de superioridade, reclamarem de coisas "estúpidas", entre tantas outras coisas que sinceramente se as fosse relatar a todas, não saía mais daqui! Será que dá para sermos todos civilizados quando vamos a algum local?

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Fiquei perdida, e agora?

por *Márcia S.*, em 22.07.18

Há aqueles momentos em que me sinto perdida, sem saber com o que contar ou para que lado me virar. Não é que tenha sido sempre assim a minha vida, mas ultimamente tem acontecido um pouco desta forma. Seja a nível profissional como comigo mesma ou em relação a outra coisa qualquer. Nem sempre é simples para mim colocar as ideias no lugar, no seu devido lugar. Nem sempre é fácil para mim dar o primeiro passo e pensar "é assim que vai ser a partir de agora". 

É nestes momentos que vou percebendo que em certos pontos aquela velha máxima "o tempo ajuda" acaba por fazer um certo sentido. É nestes momentos que acabo por recorrer a quem está a meu lado e que melhor me conhece e tem sempre o melhor conselho do mundo para me dar. 

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Sair da rotina

por *Márcia S.*, em 18.04.18

Para mim era importante sair da rotina. Sentir que todos os dias não eram iguais. Sempre que pensava no meu futuro idealizava que, pelo menos a nível profissional, não tivesse uma rotina- Não sentir que estaria sempre a fazer o mesmo, que não estaria sempre a ver as mesmas pessoas, a ouvir as mesmas histórias. Isso para mim, é quase tão importante como ter de dormir todas as noites. Penso que é algo que não me deixa tão cansada, que não me deixa stressar tanto com determinadas coisas como mantendo uma rotina igual todos os dias. Talvez porque o ser humano está sempre em busca de algo melhor e diferente do que já possui. Não significa que, todos assim sejam. Pessoalmente, não consigo aguentar muito tempo com uma rotina no trabalho. Conseguir arranjar uma vida fora do trabalho, não respirando apenas trabalho, para mim torna-se mais simples de o conseguir. O ideal é conseguir conciliar o melhor dos dois mundos, algo que não se torna tão possível neste aspecto.

No final de contas, o que é de mais torna-se cansativo. E isso é algo que uma rotina a 100% me pode dar. É tão de mais que eu consigo ter noção do que estarei a fazer a cada hora. Prefiro estar aberta a possibilidades dentro daquele horário. Sem uma rotina a 100% definida, de forma a ter uma vida pessoal mais tranquila.

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A crise dos vinte e tal

por *Márcia S.*, em 13.03.18

Durante a infância e adolescência fui passando por diversas "crises" nomeadamente de quem eu era, o que eu era. E por aí fora, de forma continua. E quando achava que alguma das crises já estava superada, eis que outra me surpreendia em aparecer. E no fundo, não conseguia obter respostas concretas para o que realmente queria. Sempre em busca de respostas que não sabia como obter, em busca de algo que nem eu sabia ao certo o que seria. 

Desta vez, já nos meus vinte e tais, as coisas mudam um pouco de figura. As questões com as quais me debatia na adolescência já não habitam na minha mente mas deram lugar a algumas com tanto ou mais peso do que as anteriores (dado a idade na altura, seria um bicho de sete cabeças). Acho que estou naquela altura de questionar se o que faço é ou não o mais correto. Não a nível pessoal mas a nível profissional. Penso ter chegado naquela altura da vida em que me questiono se o caminho que estou a tomar será o que realmente eu quero, se de facto me realiza estar por lá. E, na realidade, eu não posso dizer que não gosto. Estaria a mentir se fosse dizer que não gosto do que estou a fazer, e quer queira ou não, é uma aprendizagem contínua a praticamente todos os níveis. Conheci pessoas que, mesmo que não sejam amigos para a vida, são pessoas que enquanto trabalhamos juntos são aquelas com quem eu quero manter sempre contacto por serem pessoas fantásticas. E sei que algumas delas irei levar comigo por muitos anos. 

Se a vida profissional que estou a ter neste momento é a que mais me realiza? Ainda não descobri isso, não tenho a minha resposta 100% formada sobre isso. E vem daí a minha vontade de encontrar respostas. Sou da opinião que enquanto fazemos as coisas por gosto está tudo "muito bem", mas quando por qualquer motivo se torna um fardo é porque já estamos num beco sem saída. Felizmente não me encontro neste ponto, mas ainda há muitas respostas para descobrir. 

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