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Amiga das palavras

por *Márcia S.*, em 08.09.18

Desde a adolescência que descobri o gosto que tinha por escrever. Independentemente de alguém ler, ou não, aquilo que ia escrevendo ao longo do tempo. Escrevia e pronto, estava feito. Sempre achei mais simples expressar-me pela escrita. Não precisava de dar justificações do que falava ou simplesmente servia a desculpa do "apeteceu-me". As palavras escritas no papel faziam-me sentir mais solta, mais leve e tranquila. Era como se fosse a minha medicação para aquela ansiedade que sentia na época. 

Foi um gosto que adquiri na altura e continua. Não só continua como me faz gostar de ler o que os outros gostam de escrever. 

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Depois de encontrarmos o amor da nossa vida

por *Márcia S.*, em 20.08.18

Foram algumas as mulheres que conheci, e contra mim falo, que em algum momento das suas vidas disseram não querer ninguém presente na vida delas. Literalmente ficarem para tias. Eu própria o cheguei a pensar e o dizer por diversas vezes. Mas, como sempre, pela boca morre o peixe. Na maioria das vezes, no que toca ao amor neste sentido, a vida é o destino acabam por nos pregar umas quantas partidas. Claramente que me incluo neste grupo que tanto fez para se convencer que estariam extremamente felizes sozinhos e acabou por se apaixonar e amar de tal forma que acaba por ter a certeza que encontrou realmente o amor da sua vida. 

Foram tantas as vezes que frisei não querer casar e até ter filhos, como tantas outras mulheres, mas que após terem a certeza que aquele pode ser ou que é mesmo um amor para a vida toda... Ideias mudadas sem que tivéssemos dado conta de tal sucedido. Como se tudo o que estivesse outrora planeado fosse por água abaixo e realmente já não fizesse sentido algum...

Porque os objectivos mudam quando o encontramos, porque os nossos desejos mudam e os nossos sentidos ficam mais apurados noutros pontos. Na nossa cabeça os objectivos mudam por completo, porque trocamos o "eu" pelo "nós". Porque trocamos o "eu vou" pelo "nós vamos"!

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Fugir da palavra relação

por *Márcia S.*, em 06.08.18

Há uns anos e mesmo meses atrás, eu fugia a tudo o que estivesse ligado a ter qualquer tipo de relação. Não só pelo passado, mas também porque achava que seria muito mais feliz se estivesse sozinha em termos amorosos. Na minha cabeça eu não iria encontrar alguém que me fizesse sentir realmente apaixonada, que me fizesse sentir vontade de estar junto ou até mesmo me fizesse sentir saudades ao fim de poucas horas. Não nego ter-me sentido um tanto sozinha, mesmo evitando ao máximo demonstrar isso. Não nego que por diversas vezes sonhe com o homem que gostaria de ter a meu lado, com o homem que eu amava conhecer. Mesmo que no fim me quisesse convencer que estava bem assim, sozinha e "ficar para tia". Até certo ponto, na altura, via aí uma boa forma de estar bem. Por outro lado, acabava por aparecer sempre um lado meu que me queria mostrar o contrário. 

Quando chegou o dia de perceber que realmente eu me tinha apaixonado, que realmente era o tal homem que eu sonhava fazia um bom tempo... Bem, nesse dia eu decidi dar oportunidade ao amor e não deixar fugir aquele que se tornou, até hoje, o meu melhor amigo e o amor da minha vida! Voltaria a dar esta oportunidade hoje, amanhã e sempre!

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Fiquei perdida, e agora?

por *Márcia S.*, em 22.07.18

Há aqueles momentos em que me sinto perdida, sem saber com o que contar ou para que lado me virar. Não é que tenha sido sempre assim a minha vida, mas ultimamente tem acontecido um pouco desta forma. Seja a nível profissional como comigo mesma ou em relação a outra coisa qualquer. Nem sempre é simples para mim colocar as ideias no lugar, no seu devido lugar. Nem sempre é fácil para mim dar o primeiro passo e pensar "é assim que vai ser a partir de agora". 

É nestes momentos que vou percebendo que em certos pontos aquela velha máxima "o tempo ajuda" acaba por fazer um certo sentido. É nestes momentos que acabo por recorrer a quem está a meu lado e que melhor me conhece e tem sempre o melhor conselho do mundo para me dar. 

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Sem voltar atrás, sem olhar para trás

por *Márcia S.*, em 15.07.18

De há uns anos para cá que fui aprendendo que só nos prejudica a nós mesmos olhar para trás, voltar atrás seja no que dizemos ou na nossa vida em geral. Magoa, dói e só nós mesmos acabamos por saber dar o valor aos momentos positivos que tivemos após passar pelo lado mau que não queremos voltar a reviver. Meros segundos nos vão fazendo separar o passado do presente. Se foi feito, se foi dito, de nada vale olhar para trás ou voltar atrás numa tentativa, quase sempre falhada, de remediar a situação. Ao longo dos anos, conforme vamos crescendo, vamos percebendo que isso de nada vale. E quando damos conta, estamos a viver o passado e do passado. Valerá mais viver do que já vivemos ou viver do que garantidamente nos pode dar calafrios (no bom sentido claramente)? 

 

Mentiria se dissesse que me é fácil seguir tudo isso, mas não se perde pelo esforço!

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