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Uma profissão que admiro

por *Márcia S.*, em 18.12.18

Há diversas profissões que eu admiro, mas a que resolvi falar aqui hoje é por motivos que passo já a explicar. Admiro muito os escritores, no seu todo. Há certos pontos em que gostava de ser como eles e chego a invejar (aquela inveja "saudável) certos pontos sobre eles, a forma como eles conseguem realizar certas coisas com tanta "naturalidade". Invejo-lhes a paciência com a escrita e a inspiração que conseguem ter. Adorava inspirar-me com "qualquer coisa" e escrever assim coisas bonitas como muitos deles!

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Os melhores planos do mundo

por *Márcia S.*, em 06.12.18

Ao longo de muito tempo achei que os melhores planos que podíamos fazer eram aqueles em que incluíamos os amigos/as. Fazer planos entre amigos parecia-me ser o programa perfeito para os tempos livres. Isso porque via as pessoas que me rodeavam, literalmente todas, a fazer exactamente esses programas e pareciam (aos meus olhos) extremamente felizes com isso. Mas, nunca fui pessoa de ter imensas amizades. Foi então que se fez luz na cabeça da Márcia! Como podia ser esse um dos melhores planos do mundo se não era algo com o que me sentia confortável? Quero com isto dizer que apesar de gostar de sair de casa, as "saídas com amigos" não me pareceu assim tanto um plano maravilhoso para mim. 

Até que, me fui apercebendo que no meu caso o ideal seria realizar os planos em família e com o namorado. Apercebi-me que isto sim me faz super feliz e que realmente são os melhores planos do mundo! Realizar planos em família e em casal acaba por ser, para mim, maravilhoso!

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Depois dos 20

por *Márcia S.*, em 01.06.18

Após os 18 senti que não tinha mudado grande coisa na minha vida por ter atingido a suposta "idade adulta" que digamos, de "idade adulta" tem muito pouco. Sentia que nada tinha mudado em mim, nos meu objectivos até então, pois eram praticamente os mesmo que tinha até então. Nada se tinha alterado ou modificado, tudo se mantinha um bocadinho mais ou menos dentro dos mesmos padrões anteriores. Não havia muito que tivesse alterado nesse aspecto. No entanto, mudou um pouco a partir dos 20. Após essa idade, quase não dei pelo tempo passar. Os anos voaram, já lá vão 5 anos e parece que foi ontem que me sentia um tanto perdida no mundo. Como se não fizesse parte de lado nenhum. Era como se eu só fosse eu na minha cabeça, ninguém conhecia o meu verdadeiro eu e, na realidade, eu não fazia questão de o demonstrar. Dava-me, posso confessar, um certo gozo que por vezes tentassem perceber quem eu era realmente sem sucesso. Não fazia questão que, fosse quem fosse, soubesse um terço do que eu era ou porque tomava certas atitudes. 

Porém, a partir dos 20's tudo isso mudou. Como se um clique desse na minha mente e já nada me importasse sobre esse assunto. E isso, em parte, mantém-se até hoje. Estou nem aí para que saibam o que sou, quem fui e o que tenciono ser. A partir dessa altura eu não quis saber se a minha forma de ser seria aceite por quem me rodeava. Talvez nessa altura foi quando me tornei de uma forma mais agressiva naquela miúda que não quer saber se aceitam bem ou mal a sua opinião. Acabei por perceber que não vale de nada passar pelo mundo de forma silenciosa. Certamente existe alguém no mundo, nem que uma única alminha, que concorde com algo do que eu penso e digo. Já não me importava se ficariam chocados com a minha forma de ser, nua e crua, pois nada pode pagar o sermos nós próprios com tudo a que temos direito. Ficaria certamente mais preocupada com o peso na consciência se tivesse muitos "amigos" mas que apenas soubessem as minhas falsas opiniões. 

Após os 20 os objectivos começaram a ser mais consistentes, muitos deles continuam a ser os mesmos hoje. Após os 20 fui mudando por diversas vezes a minha opinião sobre mil e uma coisas. Com toda a certeza que posso ter dado uma volta muito grande na minha vida, mas não parei no mesmo ponto em que me encontrava antes dos 20's. 

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Entreguei a carta de demissão

por *Márcia S.*, em 10.10.17

Já fazia muito tempo que queria sair do local de trabalho onde estava a trabalhar anteriormente. Por mil e um motivos, mas principalmente porque ao fim de um ano ali dentro já estava na altura de dizer "basta" a algo que não queria para a minha vida. Já fazia um bom tempo que era algo saturante, mas ainda tinha em mente que "tinha de ser". Por um lado era a imensa vontade de querer sair, por outro lado tinha de já ter um novo local para onde ir para me despedir de onde me encontrava. O tempo foi passando até que me foi feita uma proposta de trabalho. As " cartas" foram colocadas na mesa e então, após pensar e achar esta nova proposta mais vantajosa em diversos sentidos, decidi aceitar. No mesmo dia que aceitei a nova proposta, apresentei a minha carta a informar que não queria renovar contrato onde me encontrava a trabalhar. Dei o tempo que tinha de dar, para sair com os meus direitos, e foi assim que de forma muito rápida (e foi mesmo bem rápida) me despedi! Foi algo que queria ter feito há imenso tempo e acabou por acontecer na altura que assim teve de ser. Fiz tudo isso por mim, assumindo todos os riscos que disso poderiam vir, mas feliz por tirar "um peso" de cima das costas. Já lá vão 3 meses e, sinceramente, faria tudo de novo!

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Serei só eu?!

por *Márcia S.*, em 20.06.17

Serei só eu que faço planos para deitar e levantar cedo para conseguir fazer 1001 coisas (e também por causa do trabalho), mas acabo por nunca conseguir? Ou porque perco a noção do tempo, porque não tenho sono, ou simplesmente porque não consigo adormecer. Com este calor insuportável torna-se ainda pior adormecer ou dormir a noite toda seguida. (Entende-se agora o porquê de eu adorar o Outono?)

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