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A freira maldita - The Nun

por *Márcia S.*, em 17.09.18

Fui a semana passada ao cinema, e escolhi "A freira maldita - The Nun" não só por gostar do tipo de filme como por tudo o que se andava a falar dele. Todas as imagens que tinha visto antes me fizeram o querer ver, quer fosse no cinema ou não. Parecia ser uma "grande promessa", um bom filme dentro daquele género. 

No entanto, para o que se esperava (ou para o que pessoalmente eu esperava) foi um autêntico fiasco. Tudo o que teria sido esperado por mim para este filme foi por água abaixo, não superou nem de perto nem de longe todas as expectativas. Esperava muito mais acção, ficar mais presa ao ecrã e não senti muito isso. 

 

 

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Fugir da palavra relação

por *Márcia S.*, em 06.08.18

Há uns anos e mesmo meses atrás, eu fugia a tudo o que estivesse ligado a ter qualquer tipo de relação. Não só pelo passado, mas também porque achava que seria muito mais feliz se estivesse sozinha em termos amorosos. Na minha cabeça eu não iria encontrar alguém que me fizesse sentir realmente apaixonada, que me fizesse sentir vontade de estar junto ou até mesmo me fizesse sentir saudades ao fim de poucas horas. Não nego ter-me sentido um tanto sozinha, mesmo evitando ao máximo demonstrar isso. Não nego que por diversas vezes sonhe com o homem que gostaria de ter a meu lado, com o homem que eu amava conhecer. Mesmo que no fim me quisesse convencer que estava bem assim, sozinha e "ficar para tia". Até certo ponto, na altura, via aí uma boa forma de estar bem. Por outro lado, acabava por aparecer sempre um lado meu que me queria mostrar o contrário. 

Quando chegou o dia de perceber que realmente eu me tinha apaixonado, que realmente era o tal homem que eu sonhava fazia um bom tempo... Bem, nesse dia eu decidi dar oportunidade ao amor e não deixar fugir aquele que se tornou, até hoje, o meu melhor amigo e o amor da minha vida! Voltaria a dar esta oportunidade hoje, amanhã e sempre!

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Sair da rotina

por *Márcia S.*, em 18.04.18

Para mim era importante sair da rotina. Sentir que todos os dias não eram iguais. Sempre que pensava no meu futuro idealizava que, pelo menos a nível profissional, não tivesse uma rotina- Não sentir que estaria sempre a fazer o mesmo, que não estaria sempre a ver as mesmas pessoas, a ouvir as mesmas histórias. Isso para mim, é quase tão importante como ter de dormir todas as noites. Penso que é algo que não me deixa tão cansada, que não me deixa stressar tanto com determinadas coisas como mantendo uma rotina igual todos os dias. Talvez porque o ser humano está sempre em busca de algo melhor e diferente do que já possui. Não significa que, todos assim sejam. Pessoalmente, não consigo aguentar muito tempo com uma rotina no trabalho. Conseguir arranjar uma vida fora do trabalho, não respirando apenas trabalho, para mim torna-se mais simples de o conseguir. O ideal é conseguir conciliar o melhor dos dois mundos, algo que não se torna tão possível neste aspecto.

No final de contas, o que é de mais torna-se cansativo. E isso é algo que uma rotina a 100% me pode dar. É tão de mais que eu consigo ter noção do que estarei a fazer a cada hora. Prefiro estar aberta a possibilidades dentro daquele horário. Sem uma rotina a 100% definida, de forma a ter uma vida pessoal mais tranquila.

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Exigir de mim mesma

por *Márcia S.*, em 09.03.18

Há muitos anos atrás, eu sabia que não exigia nada de mim mesma. Porque não tinha motivação para tal, porque talvez não tivesse força de vontade para tal, porque ninguém puxava por mim ou tentava exigir algo a mais de mim, ou até mesmo porque não me apetecia ser exigente comigo mesma. Ao longo dos anos fui percebendo que exigiam algo de mim e eu chegava nas expectativas mínimas das pessoas, não as ultrapassava nunca. Porque a minha exigência para comigo era nula. Era como se tudo que me rodeava, todas as pessoas e o mundo em geral, não fossem interessantes o suficiente para mim para que eu quisesse exigir algo mais de mim para as surpreender. Fui assim até tarde de mais. Houveram raros momentos em que exigi algo de mim, por competição ou por alguma frustração momentânea da adolescência que me tivesse feito agir de alguma forma diferente da "normal". 

A certa altura, há poucos anos atrás, comecei a exigir de mim o que nunca tinha exigido antes. Não me recordo ao certo o que me fez acordar este meu lado que nem eu conhecia. Nunca, em momento algum, eu imaginei que teria algures escondido em mim esta agressividade toda em exigir de mim tudo o que nunca exigi antes. E digo agressividade precisamente por me ter tornado extremamente exigente em quase tudo na minha vida. Ao ponto de saber que o meu corpo não iria aguentar tanto sacrifício e mesmo assim avançar com os meus planos. A certa altura, eu comecei a ser mais reconhecida no que fazia. A certa altura a minha presença começava a ser notada devido a essa exigência que teria comigo mesma nas coisas a que me propunha a realizar. 

A certa altura, eu achei que a exigência que tinha comigo mesma não era suficiente. Achei que já tinha chegado ao meu objectivo, que já conseguia funcionar bem como estava e foi aí que decidi exigir mais. Atingir uns patamares um pouquinho acima dos que já tinha alcançado. Não digo que estou a fazer bem a mim mesma, longe disso! Tem os seus prós e contras, como tudo na vida. Mas se me sinto realizada? Posso dizer com 90% de certeza que sim. 

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Será força de vontade?

por *Márcia S.*, em 08.03.18

Há uns anos atrás queria revolucionar a minha vida, não sabia como mas queria! Pensava em mil e uma formas de o fazer, cheguei a sonhar com o que mais desejava que se tornasse real na minha vida. Todos os dias, todas as noites,eu imaginava e sonhava com o que achava perfeito para mim tanto no presente como no futuro. E imaginava diversas hipóteses, diversos cenários uns mais fáceis de alcançar que outros. Não sei se todos seriam o que eu realmente queria ou se a certa altura deixei dar asas a esta minha imaginação. De qualquer forma agradava-me todas essas hipóteses que passavam pela minha cabeça. Não sei como todos surgiram, mas todos esses pensamentos vieram quase que colados e não me recordo de descartar algum. Por outro lado, não sabia bem como fazer para os seguir, sentia que me faltava algo, faltava-me aquele empurrãozinho que me fizesse seguir em frente. Faltava-me o que, posteriormente aprendi a ter por mim mesma, força de vontade! 

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