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Os melhores planos do mundo

por *Márcia S.*, em 06.12.18

Ao longo de muito tempo achei que os melhores planos que podíamos fazer eram aqueles em que incluíamos os amigos/as. Fazer planos entre amigos parecia-me ser o programa perfeito para os tempos livres. Isso porque via as pessoas que me rodeavam, literalmente todas, a fazer exactamente esses programas e pareciam (aos meus olhos) extremamente felizes com isso. Mas, nunca fui pessoa de ter imensas amizades. Foi então que se fez luz na cabeça da Márcia! Como podia ser esse um dos melhores planos do mundo se não era algo com o que me sentia confortável? Quero com isto dizer que apesar de gostar de sair de casa, as "saídas com amigos" não me pareceu assim tanto um plano maravilhoso para mim. 

Até que, me fui apercebendo que no meu caso o ideal seria realizar os planos em família e com o namorado. Apercebi-me que isto sim me faz super feliz e que realmente são os melhores planos do mundo! Realizar planos em família e em casal acaba por ser, para mim, maravilhoso!

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Um peixe fora de água

por *Márcia S.*, em 24.11.18

Sabem aquela sensação de se sentirem um peixe fora de água? Pois bem, tive essa experiência umas quantas vezes e garanto a quem nunca passou por isso que não é mesmo nada agradável! 

Seja porque se trabalha em algo que não se gosta, seja porque estamos "sozinhos" rodeados de pessoas de quem não gostamos ou com pessoas com quem não nos sentimos bem.

Sabem aqueles momentos que estamos com um grupo de pessoas mas que os temas de conversa não se enquadram em nada connosco? Seja porque nunca vivenciamos tais coisas, porque são temas fúteis ou porque aquelas pessoas pertencem a um mundo que não é o nosso?! Pois bem, foi das piores experiências que tive neste contexto e juro por tudo, é terrível mesmo! 

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De ser exigente á exaustão

por *Márcia S.*, em 20.11.18

Há sempre aqueles momentos na vida, seja enquanto estudamos ou no mundo do trabalho, em que nos tornamos mais exigentes nesse ambiente em que estamos inseridos. Porém, algumas das vezes, chegamos a um ponto de exaustão tão grande que podemos perder o controlo total sobre a situação. 

Acabei por, a certa altura, sentir isso na pele no mundo profissional, mesmo sendo alertada por quem me rodeava para o que se estava a passar. Confesso que ignorei até certo ponto esses alertas por não saber como "sair dessa". Acabei por, aos poucos, ir alterando certas atitudes minhas para que conseguisse alterar esses pontos que me levaram á exaustão. Se o consegui a 100%, ainda não. Ainda estou a adaptar-me a certas coisas da vida que são inevitáveis! 

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Como sabes que é o amor da tua vida?

por *Márcia S.*, em 01.11.18

Durante toda a adolescência e inicio da vida adulta, questionava como muita gente afirmava ter a seu lado o amor da sua vida. Como sabiam eles que seria assim sempre, que era assim naquele momento? Havia uma certa curiosidade minha se se sentia algo diferente do habitual. Não pedia que fosse acontecer comigo, na altura nem queria de todo isso. Apenas queria satisfazer a minha curiosidade. Saber mesmo a 100% como as pessoas se sentiam para dizer uma coisa com tanta importância. 

Certo dia, fez-se luz na minha mente. Tinha encontrado um ser maravilhoso, que com simples gestos me foi fazendo sorrir (e até hoje sempre foi assim). Gostos tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo. Feitios que, com os seus pontos bons e menos bons, se encaixavam na perfeição um ao outro. É o não passar um momento sem que aquela pessoa passe pela nossa cabeça. É o adormecer a pensar nela, sonhar com ela e acordar com ela já no pensamento. É o saber que apenas um "Amo-te" não chega para demonstrar tudo o que sinto cá dentro há meses e meses! 

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A maquilhagem no trabalho

por *Márcia S.*, em 18.10.18

Já cá tinha referido que não sou super amiga de maquilhagem. Tive a sorte de no mundo do trabalho, até hoje, esse ponto não ser exigido. Usava quem quisesse desde que nada extravagante e nada "de mais". Confesso que para o trabalho acabei sempre (ou quase sempre) por usar, pouco mas usava. Sim, usava até o namorado me conseguir "fazer a cabeca". Convenceu-me completamente a não usar e era o que eu sempre queria ter feito. Acabava por me sentir na "obrigação" de usar algo. 

Ouvir as pessoas que amamos dizerem que gostam de nos ver sem toda aquela "coisa" na cara sabe tão mas tão bem!!

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