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E hoje foi o dia de...

por *Márcia S.*, em 12.12.18

...juntar o passeio com o namorado com o terminar de comprar os presentes de Natal. Detesto as correrias de última hora nos presentes de Natal, mas parece que as pessoas decidiram todas andar na rua e no shopping a fazer compras. E eu que detesto andar a fazer compras com as lojas cheias de gente... Parece que me sinto claustrofóbica!!

 

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Presentes de Natal

por *Márcia S.*, em 11.12.18

Este ano os presentes de Natal foram mais pensados. Mais pensados no sentido do valor total a gastar em tudo. Não importa muito agora o valor, não foi ultrapassado por muito, por isso foi concluído digamos que com 90% de sucesso. Já sabia que iria gastar um pouco mais que o que tinha estipulado, pois queria oferecer umas coisas extra a algumas pessoas. Sou a favor de que se deve oferecer lembranças do que presentes assim "enormes". Posso gastar um pouco mais se souber que a pessoa está mesmo a precisar daquele artigo. E porquê lembranças? Porque é a altura do ano em que se oferece mais presentes. É a altura do ano que acabamos por ter mais pessoas a quem oferecer um "miminho". Então, assim não gastamos nada de exagerado e conseguimos oferecer a todos, sem sentirmos que estamos na obrigação de comprar algo. Gastamos menos em cada pessoa para "mimar" mais pessoas. 

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Planos para o blog em 2019

por *Márcia S.*, em 10.12.18

Confesso que nos últimos meses me desleixei com o blog e com a escrita no geral, algo que eu amo fazer. Por isso mesmo decidi planear o que fazer com o blog para o próximo ano. A decisão que mais quero tomar é sem dúvida ser muito mais activa aqui, obrigar-me mesmo a escrever. Porque isto me faz bem, sempre fez e, estou em crer, que sempre fará!

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Quiseste acreditar que a sorte ia mudar

por *Márcia S.*, em 09.12.18

Quiseste acreditar que a sorte ia mudar. Que tudo seria diferente, para melhor. Que tudo seria diferente, em bom. Quiseste acreditar que, um dia, por obra do destino ou outra coisa qualquer a sorte ia chegar. Que a sorte ia chegar e fazer toda a diferença do mundo. E, acreditar ainda não paga imposto. 

 

E eu quis acreditar e acreditei realmente que a sorte ia mudar. E na realidade tive muita sorte todo este ano. Também uns tantos azares, é verdade, mas o lado bom foi realmente extremamente bom! O lado bom realmente superou todo o mal que foi acontecendo ao longo do ano e superou tudo o que de bom eu esperava que podia vir acontecer. Adorava que certos pontos negativos não tivessem acontecido, sim adorava! Mas por outro lado, não queria mudar nada disso, seria demasiado fácil a luta que depois se avizinhava. E, como sempre foi o meu espírito, o fácil nunca me consegue atrair. 

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Este Natal... é com a minha família

por *Márcia S.*, em 07.12.18

Sim, este Natal passo todos os minutos com a minha família! E passo a explicar, passei 22 anos da minha vida a estar sempre com os meus pais e irmã quer a noite de dia 24, quer o dia 25, a festejar o Natal. Aos 23 anos vi-me a primeira vez a passar a trabalhar ambos os dias. Por opção, confesso. Confesso que há dois natais atrás na empresa onde estava a trabalhar a abertura e fecho da loja me dava a oportunidade de jantar no dia 24 e almoçar no dia 25 com a família em casa a horas "decentes" e trabalhar nesses dois dias. Sim, há muitos locais abertos nestas alturas tão especiais mas isso são outros 500. Optei por, nesse ano, escolher trabalhar nesses dias e assim ter o ano novo livre. Porquê? Ora, a ideia seria passar o ano novo com a família e conseguir convencer o meu pai a irmos todos ver o fogo no centro do Porto. Não correu bem na altura, pois estive de cama quer o dia 31 quer o dia 1, com uma gripe daquelas... Se foi apenas este o motivo? Claro que não! Tenho pessoas muito importantes para mim que faleceram após essas alturas festivas o que me fez perder um bom bocado o sentido de "família feliz", na altura, nesta época. Meti na cabeça que o trabalhar nessa altura me iria fazer esquecer esse lado menos positivo. Se consegui? Não, de todo! Dei por mim a chorar no trabalho com tudo o que me passava na cabeça de querer estar ao lado dos meus pais e da minha irmã, apesar de conseguir sim estar os momentos mais cruciais dessa data, mas não me foi o suficiente. 

 

Ora bem, o ano passado, já com 24 anos, decidi que teria de ter o Natal em casa com a família! Mas como a sorte é tão minha amiga, ironia das ironias, o meu chefe (da actual empresa onde estou, que por sinal também abre 365 dias por ano) resolveu que o pessoal do meu sector teria de trabalhar metade de cada festa. Trabalhava a véspera de uma das festas e o dia da outra festa. O que me calhou na rifa, mesmo tendo dito que queria passar o Natal em casa e trabalhar o dia 31 e 1? Trabalhei o dia 25 e o dia 31. Se consegui passar a noite de Natal com a minha família? consegui claro! Mas, tive de os abandonar cedo porque tinha de dormir, no dia seguinte o dever de ir trabalhar 12h chamava por mim! Aproveitei um jantar em família para perder um dia inteiro com eles, numa altura que um ano antes tinha sido tão difícil de ultrapassar sem eles. E, desta vez, sem eles por muito mais horas. Confesso que desta vez não chorei, mas porque não tinha tempo nem para pestanejar e deixar a lágrima cair. Porquê que as pessoas teimam em, num dia tão especial como o dia 25 de Dezembro, sair de casa e dar a ganhar a empresas que não deixam os seus funcionários festejar estas épocas em família? Enfim, o ano passado perdi o Natal na sua grande essência. O ano novo? passei com a família porque tive a sorte de o meu pai me ir buscar ao centro da cidade, onde me encontrava a trabalhar, e vir por aí fora para casa comigo. Cheguei a casa 15 minutos antes da chegada de 2018. Se soube bem? extremamente! Mas sabia muito melhor estar com eles, a conviver, a reviver os velhos tempos, destas épocas em anos anteriores.

Este ano consegui passar ambas as festas com eles. Não só vi como ficaram satisfeitos com isso, como eu me sinto muito bem por ao fim de dois anos "fora" nestas alturas, conseguir festejar novamente com eles! E não, não pretendo passar mais sem eles, a não ser quando a vida assim o decidir, quando um dia eu sair de casa e não se consiga conciliar as festas por qualquer motivo. 

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