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Não olhar a meios

por *Márcia S.*, em 29.05.18

Cada vez mais, e principalmente no mundo do trabalho, me deparo com pessoas que não olham a meios para atingir os seus fins. Por quererem um cargo superior ao seu ou por algum factos que pensam valer a pena para si mesmos. O que me deixa feliz nesta "história" é não serem pessoas que se mantiveram na minha vida. Sempre soube que isto existia, não tinha está está  tão de perto, até porque nunca imaginei que as pessoas fossem capazes de ser tão frias e falsas ao ponto de deitar fora amigos para subirem na vida. 

Desde que me apercebi de tal situação que tive presente na minha mente qual seria a minha posição perante essa situação. Seja em que contexto for na minha vida, quero distância de pessoas assim, que usam tudo e todos para alcançar os seus objectivos pessoais ou profissionais. 

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Lutar pelo que vale a pena

por *Márcia S.*, em 22.05.18

Ao longo dos anos fui percebendo e sendo alertada, para o facto de ter de lutar apenas pelo que valia a pena. Eu a certa altura não tinha filtro. Lutava porque sim, porque queria estar ocupada com algo e lutava pelo que me parecia bem. Escusado será dizer que nem tudo o que parece bem vai valer realmente a pena. Mas saber o que valia realmente a pena era o meu grande problema. Eu não sabia entender isso logo "de primeira". Ou talvez achasse que não. 

Não costumava dar muitas vezes ouvidos ao meu instinto, ao meu sexto sentido. Pareceu-me bem, na altura, começar por aí e dar ouvidos a mim mesma. Claro que falhei algumas vezes, arrependi-me de outras tantas. Mas, no geral ajudou-me a saber filtrar o que realmente vale a pena lutar e o que é preferível deixar pelo caminho. 

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Haverá algo mais importante?

por *Márcia S.*, em 07.05.18

Nós últimos dias fui-me apercebendo de que há coisas cruciais na minha vida, na nossa vida, que valem mais que tudo na vida. Penso ter chegado a um ponto da minha vida pessoal em que estou no meu auge de felicidade. A nível pessoal, em 25 anos, não me recordo de ter estado tão feliz como hoje. A par de estar super feliz faço por lutar todos os dias por ver quem mais amo com um sorriso no rosto. Não me chega eu estar feliz se quem me rodeia estiver em um mau momento. Não me chega estar feliz se não tiver com quem a partilhar dia após dia!

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Sair da rotina

por *Márcia S.*, em 18.04.18

Para mim era importante sair da rotina. Sentir que todos os dias não eram iguais. Sempre que pensava no meu futuro idealizava que, pelo menos a nível profissional, não tivesse uma rotina- Não sentir que estaria sempre a fazer o mesmo, que não estaria sempre a ver as mesmas pessoas, a ouvir as mesmas histórias. Isso para mim, é quase tão importante como ter de dormir todas as noites. Penso que é algo que não me deixa tão cansada, que não me deixa stressar tanto com determinadas coisas como mantendo uma rotina igual todos os dias. Talvez porque o ser humano está sempre em busca de algo melhor e diferente do que já possui. Não significa que, todos assim sejam. Pessoalmente, não consigo aguentar muito tempo com uma rotina no trabalho. Conseguir arranjar uma vida fora do trabalho, não respirando apenas trabalho, para mim torna-se mais simples de o conseguir. O ideal é conseguir conciliar o melhor dos dois mundos, algo que não se torna tão possível neste aspecto.

No final de contas, o que é de mais torna-se cansativo. E isso é algo que uma rotina a 100% me pode dar. É tão de mais que eu consigo ter noção do que estarei a fazer a cada hora. Prefiro estar aberta a possibilidades dentro daquele horário. Sem uma rotina a 100% definida, de forma a ter uma vida pessoal mais tranquila.

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Porque amar não chega

por *Márcia S.*, em 02.04.18

De que vale amar o que fazemos se não o fizermos com gosto? E como podemos fazer as coisas com gosto se não amamos o que fazemos? Algures nos caminhos da vida vamos passar por ambas as situações e, de facto, torna-se caótico se não soubermos dar a volta a esta situação. Cada um irá acabar por dar a volta da sua maneira. Mas, onde se encontra o problema para corrigir? Não nos vale de nada fazer algo de que não gostamos só porque sim. Vai ser observado por quem está de fora que não o fizemos com gosto. Que não estávamos ali de corpo e alma no que nos comprometemos a fazer.

Não nos vale de nada gostar imenso de realizar algo se não o fizermos com o máximo de disposição. O resultado será o mesmo de não gostarmos do que fazemos. Será nulo. 

O correcto será fazermos o que gostamos o que amamos, mas com toda a nossa disposição. Dar tudo de nós pelo que gostamos e amamos. O resto vem por acréscimo. 

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