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E quando vem a paixão?

por *Márcia S.*, em 14.05.18

Já me tinha apaixonado antes, coisa de adolescente. Não tão bom como agora, como hoje. Na adolescência vinha mais o frio na barriga e o sonhar alto. Agora... Agora trouxe alguém para perto de mim que fez expandir essa paixão para um amor verdadeiro, para um amor que não sabia que seria capaz de existir. Onde existe paixão mas não só, onde existe amor e pés assentes no chão. E sonhamos, continuo a sonhar mas desta vez não sozinha. Sonho em conjunto, sonho mais alto, com algo mais real. Algo que se pode concretizar e ao mesmo tempo nos faz felizes só de imaginar no amanhã. 

A paixão veio mas não sozinha. Trouxe com ela um amor que nunca pensei ser possível existir para mim. 

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Haverá algo mais importante?

por *Márcia S.*, em 07.05.18

Nós últimos dias fui-me apercebendo de que há coisas cruciais na minha vida, na nossa vida, que valem mais que tudo na vida. Penso ter chegado a um ponto da minha vida pessoal em que estou no meu auge de felicidade. A nível pessoal, em 25 anos, não me recordo de ter estado tão feliz como hoje. A par de estar super feliz faço por lutar todos os dias por ver quem mais amo com um sorriso no rosto. Não me chega eu estar feliz se quem me rodeia estiver em um mau momento. Não me chega estar feliz se não tiver com quem a partilhar dia após dia!

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Quem fui e o que sou

por *Márcia S.*, em 25.04.18

Quando me comparo com o que fui no meu passado revejo alguns pontos que se mantiveram até hoje (mesmo que pouco alterados) e também alguns pontos que deixaram de existir por completo. Se no passado eu engolia tudo o que ouvia, agora não sou capaz de ouvir e calar sempre que me sinto menos mal com o que vou ouvindo. Hoje consigo engolir o que vou ouvindo, mas com filtros que não existiam antes. Filtros que me fizeram ganhar limites, filtros que me fizeram não aceitar tudo o que me rodeia e nem "ouvir e calar". Nunca, no oassado, imaginei que um dia fosse conseguir chegar a esse ponto.

Deixava-me atingir por tudo o que me diziam. Deixava que me fizessem tudo o que queriam fazer, mesmo sabendo que me estava a destruir a mim mesma. Nunca fui contra isso que foi acontecendo. E a culpa era apenas minha por permitir tal coisa. 

Hoje sou capaz de permitir no caso de sentir que nada altera a pessoa que sou. Que nada altera tudo o que acredito ser e tudo o que conquistei. 

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Sair da rotina

por *Márcia S.*, em 18.04.18

Para mim era importante sair da rotina. Sentir que todos os dias não eram iguais. Sempre que pensava no meu futuro idealizava que, pelo menos a nível profissional, não tivesse uma rotina- Não sentir que estaria sempre a fazer o mesmo, que não estaria sempre a ver as mesmas pessoas, a ouvir as mesmas histórias. Isso para mim, é quase tão importante como ter de dormir todas as noites. Penso que é algo que não me deixa tão cansada, que não me deixa stressar tanto com determinadas coisas como mantendo uma rotina igual todos os dias. Talvez porque o ser humano está sempre em busca de algo melhor e diferente do que já possui. Não significa que, todos assim sejam. Pessoalmente, não consigo aguentar muito tempo com uma rotina no trabalho. Conseguir arranjar uma vida fora do trabalho, não respirando apenas trabalho, para mim torna-se mais simples de o conseguir. O ideal é conseguir conciliar o melhor dos dois mundos, algo que não se torna tão possível neste aspecto.

No final de contas, o que é de mais torna-se cansativo. E isso é algo que uma rotina a 100% me pode dar. É tão de mais que eu consigo ter noção do que estarei a fazer a cada hora. Prefiro estar aberta a possibilidades dentro daquele horário. Sem uma rotina a 100% definida, de forma a ter uma vida pessoal mais tranquila.

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O dia que quis acabar com tudo

por *Márcia S.*, em 10.04.18

  Há uns, poucos mas longos, anos atrás estava a passar por uma das fases mais difíceis e ao mesmo tempo uma das fases que mais me fez lutar. Lutar por mim, principalmente por mim. Volta e meia passamos por uma fase em que andamos desmotivados com algo, independentemente do que seja. Essa fase já tinha passado fazia muito tempo. Já não era apenas o estar desmotivada, era muito mais que isso. Era o não me sentir útil em lugar algum, era o não conseguir conversar com alguém. Durou demasiado tempo, pareceram anos na minha cabeça. Eu estava desgastada, mais do que algum dia tinha estado ou voltei a estar.

Quis ir para longe, sem rumo, sem nada. Nada me prendia onde estivesse. Nada me fazia querer ficar ou voltar. Não sabia como gerir a situação, sozinha, e a melhor forma parecia-me ser ir embora para longe de tudo o que conhecia.

Não sei onde fui buscar força para batalhar, mas consegui-me aguentar mesmo quando tudo se desmoronava ao meu redor. Foi das experiências que guardei sempre comigo para que, um dia mais tarde, saber que estive pior e consegui dar a volta mesmo que sozinha. 

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