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Sair da rotina

por *Márcia S.*, em 18.04.18

Para mim era importante sair da rotina. Sentir que todos os dias não eram iguais. Sempre que pensava no meu futuro idealizava que, pelo menos a nível profissional, não tivesse uma rotina- Não sentir que estaria sempre a fazer o mesmo, que não estaria sempre a ver as mesmas pessoas, a ouvir as mesmas histórias. Isso para mim, é quase tão importante como ter de dormir todas as noites. Penso que é algo que não me deixa tão cansada, que não me deixa stressar tanto com determinadas coisas como mantendo uma rotina igual todos os dias. Talvez porque o ser humano está sempre em busca de algo melhor e diferente do que já possui. Não significa que, todos assim sejam. Pessoalmente, não consigo aguentar muito tempo com uma rotina no trabalho. Conseguir arranjar uma vida fora do trabalho, não respirando apenas trabalho, para mim torna-se mais simples de o conseguir. O ideal é conseguir conciliar o melhor dos dois mundos, algo que não se torna tão possível neste aspecto.

No final de contas, o que é de mais torna-se cansativo. E isso é algo que uma rotina a 100% me pode dar. É tão de mais que eu consigo ter noção do que estarei a fazer a cada hora. Prefiro estar aberta a possibilidades dentro daquele horário. Sem uma rotina a 100% definida, de forma a ter uma vida pessoal mais tranquila.

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5 Filmes para ver ainda este ano!

por *Márcia S.*, em 24.03.16

Há coisas sobre as quais não dou tanta atenção aqui no blog. Um desses temas é os filmes! Talvez por não ver assim tantos filmes nos últimos tempos, talvez por muitas vezes ter um gosto tão grande por certo filme que acabo por o ver e rever diversas vezes (duvido que tenha algum interesse falar sobre o mesmo filme 2/3/4 vezes) ou até mesmo por não achar interessante dar uma opinião negativa sobre um certo filme. De qualquer forma, houveram alguns filmes que fui acrescentando à minha lista de "Filmes a ver este ano!".

 

  1. A Bruxa
  2. O Quarto de Jack
  3. Evereste
  4. A Escolha
  5. Horas decisivas

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Uma questão de idade

por *Márcia S.*, em 28.01.16

Quando somos crianças normalmente queremos "ser grandes", pelo menos a maioria queria isso. Por outras palavras, achamos mais piada a ser adulto do que propriamente crianças. Eu própria o queria! No entanto, quando crescemos damos conta que nem sempre é assim tão simples e afinal, ser criança não era assim tão mau quanto isso. Dou por mim muitas vezes a pensar "quem me dera voltar a ser criança, simplesmente uma inocente criança".

Ontem perguntaram-me que idade eu tinha. Quando eu digo "23" a pessoa em questão olha para mim com uma cara muito admirada e diz-me "a sério? pensei que eras mais novinha!". Nunca pensei dizer isto mas, senti-me tão bem por me acharem mais nova! Não que seja velha, mas enquanto há uns bons anos atrás eu queria ser "grande", agora não me importava nada de voltar a ser "pequena" (entenda-se "pequena" em idade, até porque em altura já sou pequenina! )

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O tempo passa

por *Márcia S.*, em 27.08.15

Há dias que nem damos pelo tempo passar. Passa tão rápido que parece fugir quando o tentamos agarrar. Parece que foi ontem a última vez que disse a alguma pessoa que a amava mas, quando fui ver passou tanto tempo que já não me reconheço nessas palavras. O "amo-te" quase se tornou um tabu para mim. Houve uma altura que jurei a mim mesma nunca mais dizer essa palavra tão... inocente? ousada? Não sei.
Não sei se tive medo do seu significado. Quase sempre fui de instintos e nunca disse um "amo-te" para alguém, sem o sentir realmente.

Parece que foi ontem que acordei e caiu por terra o pensamento de "felizes para sempre". Até quando é válido "para sempre"? Amanhã? Até morrer? Até deixar de existir sentimento? Também não sei. O tempo passou e nem dei conta.

Parece que foi ontem que me despedi de alguém e disse "até amanhã". Mas o amanhã nunca mais chegou. E o tempo passou, as pessoas mudaram, as saudades vieram e desapareceram. E agora? Voltamos ao inicio? Fingimos que nada existiu?

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Gostava de fazer mais...

por *Márcia S.*, em 15.08.15

Há coisas que gostava de fazer mais mas não as faço, seja por preguiça, por falta de tempo ou outro qualquer motivo. Acabo por arranjar sempre uma desculpa para não fazer, mesmo que goste muito ou só um bocadinho. Por exemplo, pintar as unhas. Já usei unhas de gel, mas as minhas unhas são fraquinhas e se as usar ainda mais fraquinhas ficam. Por isso, evito. Pintar as unhas? Até pinto, de vez em quando, mas ter de tirar e pintar, pintar e tirar, de 2 em 2 dias torna-se cansativo. E nem sempre existe tempo, ou a vontade não é muita, ou estou com tão pouca vontade que nenhuma cor me agrada.

São alguns dos meus "dramas", sem o ser, do que para mim é "pintar as unhas". Invejo, daquela inveja boa, aquelas mulheres que conseguem aguentar imenso tempo o verniz nas unhas, têm imenso tempo (e dinheiro está claro!) para irem aos salões ou não se importam de pintar as unhas de 2 em 2 dias.

E comigo não costumam resultar aqueles vernizes que, supostamente, duram mais tempo nas unhas. É que quando se ajuda em casa a mexer em detergentes e esfregões, não há unhas que se safem.

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