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Entreguei a carta de demissão

por *Márcia S.*, em 10.10.17

Já fazia muito tempo que queria sair do local de trabalho onde estava a trabalhar anteriormente. Por mil e um motivos, mas principalmente porque ao fim de um ano ali dentro já estava na altura de dizer "basta" a algo que não queria para a minha vida. Já fazia um bom tempo que era algo saturante, mas ainda tinha em mente que "tinha de ser". Por um lado era a imensa vontade de querer sair, por outro lado tinha de já ter um novo local para onde ir para me despedir de onde me encontrava. O tempo foi passando até que me foi feita uma proposta de trabalho. As " cartas" foram colocadas na mesa e então, após pensar e achar esta nova proposta mais vantajosa em diversos sentidos, decidi aceitar. No mesmo dia que aceitei a nova proposta, apresentei a minha carta a informar que não queria renovar contrato onde me encontrava a trabalhar. Dei o tempo que tinha de dar, para sair com os meus direitos, e foi assim que de forma muito rápida (e foi mesmo bem rápida) me despedi! Foi algo que queria ter feito há imenso tempo e acabou por acontecer na altura que assim teve de ser. Fiz tudo isso por mim, assumindo todos os riscos que disso poderiam vir, mas feliz por tirar "um peso" de cima das costas. Já lá vão 3 meses e, sinceramente, faria tudo de novo!

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Timidez

por *Márcia S.*, em 27.03.17

Quem me conhece bem sabe que toda a vida fui extremamente tímida, sem conseguir olhar nos olhos de alguém por muito tempo, sem me conseguir expressar por palavras o que sentia e queria. Não sei ao certo como mas, ao longo do tempo, essa timidez foi diminuindo drasticamente. Acho até que me sinto muito melhor assim do que anteriormente. Não nego ainda existir timidez, mas a um nível consideravelmente mais baixo. 

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Prioridades

por *Márcia S.*, em 17.04.16

Ainda me lembro quando tinha como prioridade agradar a pessoas de quem gostava. Como eram chatas as coisas nessa altura, não era de todo o meu sonho agradar a todos de quem gostava. Tornava-se chato porque todos gostavam de pontos diferentes e era um tanto impossível ser um pouco de tudo. Os anos passaram e as prioridades também. Agradar-me a mim mesma foi a principal delas todas. Não me derrubar a mim mesma em função de ninguém era outra. De certa forma resultou, funcionou quase que perfeitamente com o que eu esperava. Não gosto de me sentir presa a nada, nem ninguém, gosto de conseguir fazer quase tudo como quero sem ter de me preocupar se alguém vai reprovar o que acabei de fazer. Não gosto de ter o peso na consciência de ter feito "algo errado" e, consequentemente, perder o meu norte. Dou prioridade a mim mesma, aos meus gostos, ao que realmente quero para mim. Pode correr menos bem, mas quando corre muito bem é das melhores sensações que podia ter.

Não quero ser prisioneira dos gostos e vontades de ninguém. Quero ser livre, voar para onde quiser e voltar quando me apetecer. Sem explicações, sem decisões complicadas, sem justificações.

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Insegurança

por *Márcia S.*, em 21.01.16

Se tivesse de me definir numa palavra negativa, seria insegura. Sou uma pessoa extremamente insegura e tenho sempre dúvidas em, quase, todos os passos que dou. Sou assim desde que me conheço e evito ao máximo demonstrar esse meu lado. Esforço-me a cada dia que passa por arriscar sempre algo mais, arriscar em algo novo.

Se tivesse de dizer uma das coisas que me orgulho em mim, é de nos últimos tempos ter vencido muitos dos desafios que sempre quis vencer. Parte dessas inseguranças tiveram lugar na minha vida no passado e vão sendo ultrapassadas dia-a-dia!

Apesar das inseguranças, sou persistente q.b. ao ponto de batalhar, até perder as forças, para me livrar delas.

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Já sentia falta de...

por *Márcia S.*, em 28.11.15

Um sábado como o de hoje... Um sábado em que farei o que me apetecer. Um sábado sem nada marcado, sem preocupações e que apenas farei o que no momento me apetecer. Um sábado em que o telemóvel ficará sem som e só estarei contactável no momento que me lembrar de pegar nele, e por breves momentos. Sentia falta de ter um sábado "desmarcado", que me apetece não falar, não fazer rigorosamente nada.

Talvez seja apenas um dia, mas pode ser o suficiente para recuperar energias!

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