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E quando vem a paixão?

por *Márcia S.*, em 14.05.18

Já me tinha apaixonado antes, coisa de adolescente. Não tão bom como agora, como hoje. Na adolescência vinha mais o frio na barriga e o sonhar alto. Agora... Agora trouxe alguém para perto de mim que fez expandir essa paixão para um amor verdadeiro, para um amor que não sabia que seria capaz de existir. Onde existe paixão mas não só, onde existe amor e pés assentes no chão. E sonhamos, continuo a sonhar mas desta vez não sozinha. Sonho em conjunto, sonho mais alto, com algo mais real. Algo que se pode concretizar e ao mesmo tempo nos faz felizes só de imaginar no amanhã. 

A paixão veio mas não sozinha. Trouxe com ela um amor que nunca pensei ser possível existir para mim. 

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Haverá algo mais importante?

por *Márcia S.*, em 07.05.18

Nós últimos dias fui-me apercebendo de que há coisas cruciais na minha vida, na nossa vida, que valem mais que tudo na vida. Penso ter chegado a um ponto da minha vida pessoal em que estou no meu auge de felicidade. A nível pessoal, em 25 anos, não me recordo de ter estado tão feliz como hoje. A par de estar super feliz faço por lutar todos os dias por ver quem mais amo com um sorriso no rosto. Não me chega eu estar feliz se quem me rodeia estiver em um mau momento. Não me chega estar feliz se não tiver com quem a partilhar dia após dia!

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E se... O melhor amigo virar namorado?

por *Márcia S.*, em 24.03.18

Sempre disse que estava e estaria bem sozinha, e na realidade estava extremamente feliz. Muito feliz por sinal, mas a minha vida resumia-se a casa-trabalho e trabalho-casa. Eu vivia para o trabalho e não me sentia mal com isso. Até certo ponto fazia-me sentir viva... Achava eu! Até que ponto conseguimos ser "inocentes"? Até que ponto conseguimos ter umas palas que nos faz ver apenas um sentido na vida? Nunca pensei desta forma na altura, até porque não havia motivos para tal.
Mas, como sempre, faltava-me algo. Faltava-me algo para conseguir dizer "eu estou 100% completa". Não sabia o quê mas não era algo que me preocupasse muito a sério. Um dia, com o seu jeito fechado natural nele, disse-me algo que me fez pensar "ele é o tal e é quem me falta na minha vida para me sentir completa!". Aos poucos fomos ficando inseparáveis. Sem nos apercebermos ao longo de 10 anos de amizade, ou pelo menos sem eu me aperceber, o nosso sentimento e a nossa ligação cresceram de uma forma tão natural e ao mesmo tempo tão inexplicável que podemos afirmar ser a parte que faltava na vida um do outro.

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Do passado ao presente

por *Márcia S.*, em 11.03.18

São poucas as amizades que tenho de há muitos anos atrás. Pessoas que eu conheço com mais de 5 anos, salvo erro, não passam de conhecidas ou colegas. Porque amigos mesmo presentes em tudo na minha vida, eu conto pelos dedos de uma mão. No entanto há pessoas que nunca desistem de nós e mesmo passando uma década reencontram-nos e tudo se torna maravilhoso. Alguém do meu passado resolveu surpreender-me de uma forma que eu nunca imaginei. Sempre que tive reencontros eram estranhos, no entanto, não foi o caso desta vez. Esta pessoa tornou-se no meu melhor amigo! Ao fim de uma década de nos conhecermos, estivemos afastados uns anos, e o reencontro foi tão maravilhoso que por vezes me faltam palavras para descrever tudo o que aconteceu.

A base da amizade já estava criada algures, mas fomos reconstruindo tudo de novo. Do nada, eu confiava-lhe a minha vida se assim fosse preciso. E sei que não iria sair arrependida. Nunca fui muito pessoa de ter melhores amigos. Ou eram amigos ou não eram. De qualquer forma, com ele fez (e continua a fazer) sentido dizer que é o meu melhor amigo. Não só por ser a pessoa em quem mais confio no mundo, mas por saber mais de mim do que qualquer outra pessoa na face da terra. Não só por isto mas também por a nossa ligação já ter uma década. Apesar de ter adormecido uns anos, voltou ainda com mais força. Ambos sabemos quando o outro não se encontra a 100%, e isso torna a nossa relação cada vez mais especial.

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Viver sem ter-te do meu lado

por *Márcia S.*, em 06.03.18

Dei por mim a pensar outro dia, no tempo que vivi sem alguém a meu lado. Alguém que está hoje a meu lado, que me conhece desde a adolescência, mas em que o contacto não era algo frequente como agora. E sim, vivi sem ele. E sobrevivi, com saudades pelo meio mas sobrevivi. Sempre fui de me apegar muito às pessoas, apesar de já ter melhorado bastante nesse aspecto. Já não me recordo quando foi que eu percebi que, sempre que eu precisei, era a mão dele que se estendia sempre que eu precisei, era a mão dele que se estendia sempre para mim. Era ele quem tinha sempre os melhores conselhos, o melhor ombro amigo e que sempre foi o melhor ouvinte. 

Dei por mim a pensar na importância dessa pessoa na minha vida. Se algum dia iria conseguir viver sem o ter a meu lado. E é lógico que eu iria continuar a viver, pelo menos exteriormente. Se perdesse tal pessoa iria sentir-me morta por dentro, como se eu já não fosse eu! Se eu conseguia viver sem o ter a meu lado? Conseguir eu conseguia, mas não era a mesma coisa!

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