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A evolução da tecnologia

por *Márcia S.*, em 20.03.16

Lembro-me de, quando estudava na preparatória, não ter acesso a internet enquanto estava fora de casa. Lembro-me de "passear pela escola" durante os intervalos e comentar o episódio anterior da série juvenil que passava na televisão na altura, e o que iria acontecer no próximo. Lembro-me de esperar ansiosamente pelo último toque para ir até casa e conseguir usar, aí sim, a internet. Na altura não existiam telemóveis com "wifi", quanto muito começaram a a certa altura a existir telemóveis com câmara. Naquela altura, comunicar, sem ser cara a cara, era por mensagens escritas (as tão famosas sms).

Tudo isto porquê? Tudo isto porque vejo os miúdos de hoje, até porque tenho uma irmã 11 anos mais nova, que se precisarem de falar com os amigos fora da escola é por mensagem de facebook e chamadas... online! Vejo que os miúdos de hoje basta um clique e em qualquer lado, até mesmo na escola, conseguem ter acesso a tudo e tudo isto torna a conversa cara a cara cada vez mais escassa. Talvez sejam os pontos mais negativos, e existem tantos outros, que levam as novas tecnologias a não serem tão favoráveis. No entanto existem muitos outros pontos bastante favoráveis sobre elas.

São gerações diferentes, que nasceram praticamente a saber usar estas nova tecnologias e, até certo ponto, é bom que consigam acompanhar estas evoluções.

Sinto-me quase, quase, da idade da pedra.

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Coisas de adolescente

por *Márcia S.*, em 08.03.16

Confesso que enquanto adolescente buscava pela minha independência, sem saber bem o que isso era. Ou melhor, tinha uma ideia completamente distorcida do que seria a independência. Por isso mesmo, era bastante dependente dos meus pais. Se tivesse de me classificar, enquanto adolescente, era certamente aquela miúda muito tímida, bastante introvertida e que quase não abria a boca para dizer nada. Tinha um monte de opiniões, que guardava para mim está claro! Raramente partilhava as minhas opiniões e gostos com quem quer que fosse. Devido a variados factores, e apesar de todos esses traços que me caracterizavam, era uma adolescente um tanto revoltada comigo mesma.

De qualquer forma houveram variadas coisas que, tal como imensos adolescentes naquela altura, adorava. Entre mil e uma coisas, decidi então vir cá partilhar duas delas.

  • Uma das mais típicas é, como está claro, os Morangos com Açúcar que não podia perder um único episódio. Se algum dia fui "viciada" em alguma coisa (que não esteja diretamente ligado com comida ahah) foi sem sombra de dúvida os Morangos com Açúcar.
  •  Outra das coisas que enquanto adolescente adorava eram aquelas revistas para jovens/adolescentes, nomeadamente a revista Bravo, que ainda hoje existe. A grande maioria das adolescentes daquela altura (e não passaram assim tantos anos como isso) adorava este tipo de revistas e esta era uma delas.

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O que os pais deviam saber/fazer

por *Márcia S.*, em 12.07.15

Estava eu a pensar, visto ter passado pela adolescência e ter passado por alguns destes problemas ou ter visto amigos/colegas com esses problemas, e decidi escrever sobre o tema.

É apenas o meu ponto de vista e não uma "lei" a ser cumprida, pois cada caso é um caso.

  • Não menosprezar os problemas dos filhos só porque "são miúdos" ou porque acham que não são problemas a sério. Para os jovens/adolescentes os seus problemas são mesmo reais, por mais parvos que pareçam.
  • Normalmente os adolescentes não contam aos pais os seus problemas. Muitas vezes por "medo" de não serem compreendidos. Se contarem, esperam ser entendidos, compreendidos e ajudados. Caso os pais não tentem entender, correm o risco (isto é certinho e direitinho) de os filhos não voltarem a recorrer a eles para desabafar os seus problemas. Não são muitos os jovens/adolescentes que recorrem aos pais para desabafar por já terem desabafado com eles e não terem sido levados a sério ou por medo de não serem compreendidos. Aí, acabam por recorrer aos amigos que certamente vão entender. (não é que seja mau recorrer aos amigos, mas os pais deveriam ser os primeiros a entender os filhos e tentar ajudar)
  • Não ter tempo pode ser um problema. Qualquer um quer ter um pouco do tempo dos pais para si.
  • Se não tiverem tempo para eles e não querem saber dos seus problemas, não se queixem que eles passam o tempo todo no quarto, com o computador ou telemóvel. Fazem bem (muito bem até) em queixarem-se desses aspectos quando se esforçam para se relacionarem com eles e são os filhos a se afastar. A relação tem de partir de ambos os lados.

É errado, no meu ponto de vista, ignorarmos um problema de alguém (seja ele infantil ou não) que nós amamos.

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