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Controlar o stress

por *Márcia S.*, em 27.02.18

Se existe algo que faz realmente parte de mim é o stress. Eu stresso muito facilmente e por vezes com coisas pequenas. Não é algo que me faça sentir bem, muito menos quando me acontece estar stressada quando estou no trabalho ou com amigos por exemplo. Já tive momentos em que me senti a tremer devido ao stress e ansiedade que estava a sentir no momento, até conseguir controlar minimamente a situação. Há momentos que apetece sair porta fora, sem destino, apenas ir para onde o destino me levar apenas para espairecer a cabeça naquele momento e conseguir acalmar-me. É, sempre quis resolver tudo sozinha, tenho muito essa mania de achar que sozinha venço o mundo. Apesar de já conseguir aceitar ajuda de terceiros para me auxiliarem de alguma forma, seja ela qual for, nem que seja para me ouvirem uns minutos e perceber que já não tenho um peso tão grande em cima de mim. 

De qualquer forma, ao longo do tempo acabei por perceber certos pontos que são favoráveis a eu conseguir acalmar e não continuar stressada. Por exemplo, se estiver stressada e for sair com amigas em minutos o stress desaparece. Mesmo que eu não diga o que se está a passar, é como se o meu grupo de amigas me soubesse tirar o stress num abrir e fechar de olhos. Conseguem fazer-me pensar em outros assuntos, é o falar abertamente sobre tudo e conseguirmos brincar com tudo. 

Já no trabalho o que me faz acalmar é focar-me a 100% no que estou a fazer. Não tirar o foco do trabalho e tentar manter-me ocupada com qualquer coisa, seja ela qual for! Confesso que no trabalho se torna mais complicado de controlar o stress porque nem sempre me consigo logo concentrar no momento que quero. De qualquer forma, em certa parte consigo ter colegas que me conseguem fazer esquecer o mundo cá fora e me transportam para outro local em que o stress mesmo não desaparecendo totalmente diminui bastante. 

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Já lá vai o tempo...

por *Márcia S.*, em 22.02.18

Já lá vai o tempo em que conseguia aguentar uma noite mal dormida ou completamente em branco e estar o dia seguinte tranquila e minimamente concentrada no que quer que fosse estar a fazer. Já lá vai o tempo que eu não me importava se dormia pouco ou se não dormia porque na hora de levantar (e digamos que era cedo) eu levantava e estava bem. E mesmo nos tempos em que comecei a trabalhar eu conseguia dormir pouco e ir trabalhar mesmo assim, porém neste ponto eu já notava algum desgaste em mim mesma mas nada que me fizesse não conseguir realizar de forma correcta o que tinha para fazer. 

Hoje, se não dormir bem toda a noite, perco toda a manhã a dormir (vantagem de só começar a trabalhar de tarde). Mesmo colocando o despertador, eu acordo e desligo. Até me posso levantar e tomar o pequeno almoço mas volto a deitar e adormeço até acordar com a sensação de que estou atrasada e a verdade é que calha sempre de estar com o tempo contado mas com tempo para conseguir fazer tudo sem grandes pressas. De qualquer forma, custou, mas acabei por perceber que o meu corpo e a minha mente requerem umas certas horas mínimas de descanso para que eu consiga render durante todo o dia, não só no trabalho como também na minha vida pessoal. 

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De regresso ao trabalho

por *Márcia S.*, em 19.02.18
Confesso que no dia em que terminaram as férias e tive de regressar ao trabalho, a primeira coisa que me passou pela cabeça foi que queria mais 15 dias de férias. Passaram a voar, como se nem desse conta disso! Não ia mal disposta, nem tão pouco ia sem energia, mas ia com a sensação de que já não trabalhava há meses e que não ia saber regressar ao ritmo. 

E a primeira semana, após férias, passou e posso dizer que foi bom. Com os seus altos e baixos, com eu a stressar em alguns momentos e querer vir para casa, mas passou. Fui a primeira pessoa do meu turno a gozar férias, e o que tinha para contar era tanto que penso que ainda não falei de tudo. Novidades para serem reveladas, de ambas as partes e no fundo já deu para matar as saudades que tinha. 

 

E agora, posso tirar mais umas férias?! 

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E se formos viajar?

por *Márcia S.*, em 16.02.18

Há dias estava a pensar em viagens. Aqueles momentos antes de adormecer, em que acabamos por pensar em coisas aleatórias até o sono chegar e nos faz adormecer. Julgo que devo ter estado mais de uma hora até adormecer a pensar em viagens que gostaria de fazer. Os motivos não eram relevantes, sempre gostei de conhecer o mundo fosse de que forma fosse. E, a ideia não me desagrada de ir descobrindo aos poucos, aproveitando o tempo livre quando assim for oportuno até porque ninguém vai aproveitar por mim. Penso que não era capaz de viver em nenhum deles "para sempre", apenas de visita estaria bom. Não viver pelo simples motivo de gostar de estar fixa em um só local e não me imaginar noutro país sem ser o que me viu nascer.

O Japão é sem dúvida um dos primeiros países que me recordo de ter há vários anos uma paixão especial. É a cultura tão diferente, o estranhar a gastronomia, as pessoas serem tão diferentes do que nós estamos habituados. Algo me encanta mas não sei ao certo o quê. 

Um dos países que ganhei uma vontade enorme de conhecer recentemente é a Tailândia. Fiquei curiosa em visitar precisamente por ver uma Youtuber portuguesa que está por lá neste momento. As paisagens são cativantes e provavelmente por isso me chamou a atenção, além da cultura também ser bastante diferente da nossa. 

Penso que estes sejam os dois que mais me cativam a viajar, apesar de gostar de conhecer alguns mais mas penso que estes são os que me imagino a visitar e desejar voltar mais tarde. 

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Fugir da palavra relação

por *Márcia S.*, em 14.02.18

Para quem me conhece praticamente a 100% sabe que após a minha primeira relação, ainda na adolescência, jurei a mim mesma não querer mais ninguém. E assim foi durante uns 6 anos aproximadamente. No entanto, ao fim desses anos o meu coração cedeu. E eu não me importei. Já tinha passado a fase da adolescência e achei que seria talvez uma oportunidade que me estavam a dar para ser feliz no que diz respeito ao amor. Como não podia deixar de ser arrependi-me de tal situação. De qualquer forma serviu para eu crescer um pouquinho mais enquanto pessoa. Porque no fundo o mais importante é retirarmos o lado bom de cada situação mesmo sendo mais dramática do que esperávamos. Houve quem me fizesse sorrir sem tão pouco eu pedir ajuda. E é aí que percebemos que temos pessoas maravilhosas do nosso lado!

Eu fugi anos de uma palavra que não queria que fizesse parte do meu vocabulário. Pela segunda vez ela entrou e saiu da minha vida num estalar de dedos. Mas, como disse, tenho pessoas maravilhosas na minha vida que se recusam a desistir de mim. Umas que estão aqui há anos e outras mais recentemente, mas todas elas tem um lugar bastante especial no meu coração. E é aqui que eu percebo finalmente que não quero esta palavra fora da minha vida. Porque não, porque há sempre alguém algures no mundo que nos faz querer mais. Muito mais! Há alguém, algures no mundo, que me faz querer lutar por algo a que chamamos relação. E, desta vez, eu não vou fugir da palavra relação!

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