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Mudar de trabalho... medos?

por *Márcia S.*, em 30.12.17

Como referi anteriormente (AQUI), mudei de local de trabalho. Apesar da mudança ser algo que eu queria muito (independentemente de para onde, apenas queria mudar), há sempre medos ou receios que surgem paralelamente com essas mudanças. Por mais que se queira muito aquela volta grande na nossa vida, há sempre alguma coisa que nos deixa aquele friozinho na barriga.

Por exemplo a ambientação, ou adaptação, a um novo meio, a um novo produto, a uma nova marca, a um novo público. Aquela questão "como me vou adaptar?" foi algo frequente na minha mente. No entanto quis começar com energia positiva e encarar cada problema que pudesse surgir com muita tranquilidade.

Ou até, como seria o ambiente entre colegas de trabalho. Se me iam receber bem, se iriam ser simpáticos e acolhedores... Mas sempre presente na mente de que estou ali para trabalhar e não fazer amigos (mesmo sabendo que um bom ambiente no trabalho é sempre bom no nosso dia-a-dia enquanto profissionais).

E até mesmo se vão gostar do nosso trabalho naquele local, principalmente quando a nossa experiência é em outro tipo de área (mesmo sendo dentro do mesmo ramo). Aqui ainda dá mais friozinho na barriga, até porque por mais que se entenda algumas coisas se formos um tanto perspicazes, acabamos por nunca saber a 100% o que os superiores acham de nós a não ser que nos digam directamente.

Já lá vão quase 6 meses desde esta mudança e posso afirmar a pés juntos que foi o melhor que fiz. Tudo tem os seus quês, pontos negativos e positivos. Mas no geral posso dizer que mudei para muito mas muito melhor sem sombra para qualquer dúvida. Troquei algo que tinha como certo mais uns meses por algo que não saberia como iria funcionar, com uma equipa que já tinha estado a ter formação antes de me contratarem. Felizmente foram pessoas excelentes comigo que me ensinaram, me formaram, da melhor forma que conseguiam e sabiam. Gabo-lhes a paciência para me ensinar, e conseguirem puxar por mim de forma a me ir tornando a cada dia uma profissional melhor a cada dia.

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A morte não me assusta

por *Márcia S.*, em 28.12.17

Dei por mim aqui há uns dias, sem saber bem porquê, a pensar sobre a morte. Penso que sempre tive em mente que a morte não me assusta, pois é algo que um dia (seja cedo ou tarde) terá de acontecer. Por isso levo a morte como algo natural que quando tiver de acontecer aconteceu. De qualquer forma, apesar de não me assustar nem ter medo da morte, assusta-me a forma como esse destino poderá chegar. Confesso que aí até me assusto imenso. Se será doloroso, o que se sentirá de diferente, isso sim deixa-me assustada!

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Sorrisos disfarçados

por *Márcia S.*, em 26.12.17

Sabem aqueles momentos que sorrimos mas que estamos a morrer por dentro? Esses momentos foram uma constante ultimamente. Independentemente de, por vezes, ser visível que não estou muito bem, muitas das vezes disfarço os meus maus momentos com sorrisos e gargalhadas. Acontece assim porque sempre interiorizei que ninguém tem de levar com o meu mau humor, com os meus problemas ou com o meu stress. Prefiro que vejam e partilhem comigo os meus sorrisos do que as minhas lágrimas. Tenho isto tão presente na minha vida que luto imenso comigo mesma quando não estou a conseguir sorrir e disfarçar a 100% esse momento menos bom que estou a passar. Luto comigo mesma até ter novamente o sorriso na cara.

Faz-me uma confusão enorme quando tenho pessoas da minha convivência diária que conseguem passar horas e horas, dias e dias, a lamentarem-se do mal que estão as suas vidas. Faz-me confusão porque muitas vezes lembro-me de alguns problemas que vou tendo ou tive, problemas que vi pessoas próximas a passar e que são bem mais graves e problemáticos. No entanto, o sorriso e a energia positiva não vai embora! Penso que, por vezes, nos falta um pouco de bom senso para perceber que mesmo que os nossos problemas sejam graves, há sempre problemas piores que os nossos e que, até certo ponto, não estamos assim tão mal quanto pensamos.

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A minha visão do casamento

por *Márcia S.*, em 24.12.17

Tenho que admitir que há uns bons anos atrás eu queria casar, sonhava mesmo com isso e em como o casamento seria algo maravilhoso. Hoje as coisas não são bem assim, os tempos mudaram, eu mudei. Hoje não vejo nenhuma vantagem no casamento. É caro, muito muito caro, para sairmos de lá com um papel assinado e umas alianças no dedo. Não é isso que nos vai fazer mais felizes. Não é isso que torna o casal mais ou menos feliz juntos um do outro. O papel? não passa disso mesmo... um mero papel! As alianças? Ora, não precisamos de nos casar para termos umas. Convívios com família e amigos podemos ter em qualquer momento, sem ser necessário uma festa de casamento. Este é um ponto da minha vida que não pretendo mesmo mudar de ideias.

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Pressão da sociedade - Ter filhos

por *Márcia S.*, em 22.12.17

Conforme os anos vão passando tenho notado uma pressão enorme por parte da sociedade em geral, pelo menos em certos pontos, para comigo. Por exemplo, dizem-me por diversas vezes "quando tiveres filhos" ou até mesmo "quando pensas ser mãe?". Ora, ter filhos... eu não me imagino a ser mãe, não me imagino a ter filhos... pelo menos nos próximos anos. Quando me ouvem dizer "eu não quero ter filhos" olham para mim como se eu acabasse de dizer uma barbaridade daquelas bem grandes. Talvez por isso eu tenha alterado a frase "não quero ter filhos" por "por enquanto não quero ter filhos". O que é certo é que não quero, não agora nem nos próximos anos. Não quer isto dizer que daqui a uns tempos não encontre alguém com quem me dê esse clique de ser mãe. De outra forma não, não quererei ter filhos e não haverá pressão nenhuma que me fará mudar de ideias. Tudo a seu tempo, e quando (e se) me sentir preparada para tal coisa.

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