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De tudo a nada

por *Márcia S.*, em 30.11.16

O que há meses seria tudo, hoje não passa de um nada. Um vazio que ao longo dos dias vai sendo preenchido com coisas novas, atitudes novas, palavras novas, novas pessoas. Sem arrependimentos, sem dúvidas, sem medos. Basta-me o acreditar em mim e em quem permanece do meu lado, independentemente dos contratempos.

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Em contagem decrescente

por *Márcia S.*, em 28.11.16

E, porque as férias estão a terminar, dou por mim a pensar no que me "falta fazer" que não terei tempo depois, quando retomar ao trabalho. Neste momento vejo grande parte das coisas realizadas mas aposto que no dia que voltar ao trabalho me vai passar pela cabeça "porque não tirei um dia para isto?".

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Amizades baseadas em...

por *Márcia S.*, em 28.11.16

...sorrisos. Há coisa mais bonita do que as nossas amizades serem baseadas em sorrisos? Conto pelos dedos das mãos as pessoas que considero realmente amigas, mas sei que todas elas me conseguem dar o que mais ninguém consegue... sorrisos! Sou uma pessoa de riso fácil mas que me habituei a não rir muito (coisa que mudou nos últimos anos), talvez pela velha teoria de que quando nos rimos muito acabamos por sair tramados. O que é certo é que acabei a dar mais valor a pessoas que me fazem rir, pessoas que com ou sem muito sentido de humor me conseguem fazer rir. Rir com vontade, rir com vontade de rir mais, rir com vontade de voltar a conversar com a pessoa. Há coisas que não se conseguem pagar, esta talvez seja uma delas.

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Como tudo passou a voar

por *Márcia S.*, em 27.11.16

Estive cerca de 10 anos sem ver pessoas que me eram muito especiais. Sim, podia ter visitado as pessoas mais cedo, mas por razões diversas esse momento aconteceu recentemente. Podia ter acontecido há precisamente 10 anos atrás? Então não podia! Mas aconteceu agora, não importa porquê mas aconteceu.

É incrível como de um segundo para o outro as memórias saltam todas na minha cabeça, começando a recordar coisas que aconteceram há mais de uma década atrás. Sim, certos momentos apagaram-se da minha cabeça, afinal apenas tenho 23 anos e não me recordo de tudo o que aconteceu nos primeiros anos de vida, pelo menos com toda a nitidez. É incrível como uma década depois voltei a sentir que adoro aquelas pessoas como se nunca tivesse estado afastada. É como se sempre tivessem estado por perto, e no fundo sempre estiveram perto apesar de longe. Surpreendentemente acharam que não tenho aparência de 23 e, ao invés disso, parecer uns anos mais nova (espero que daqui a 23 anos me digam o mesmo ).

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Novos rumos

por *Márcia S.*, em 27.11.16

Um dia, ao fim de anos a ignorar que tinha o direito a ter sentimentos, decidi dar o benefício da dúvida baixando as defesas que me tornavam numa pessoa com um coração um tanto mais frio. não, não me arrependi de o ter feito. No final de contas foi bom voltar a sentir que o meu coração estava vivo e que ainda batia. Apesar de tudo não me arrependi de nada, afinal errar é humano e como humana que sou... errei. Errei e não sei se provavelmente voltarei a dizer "decidi dar o benefício da dúvida".

Confiei no que era dito, talvez da boca para fora, e no fundo sei que errei. Errei em todos os momentos que passaram sim, mas não me arrependo. Agora sei o quão forte sou e a força que tenho de superar e "gelar" novamente o que "descongelei". É difícil entender, mas no amor não há sorte, essa sim é nula.

Cheguei a pensar se seria forte aquilo que nos unia. A resposta era mais que óbvia mas teimei em não a querer ver. Talvez bem no fundo eu soubesse, mas penso que existia alguma réstia de esperança. Talvez o erro tivesse sido dar tanta importância a algo que nunca a teve. O "amor" foi capaz de partir e, então, relembrei o que é ter um "coração frio". Afinal, recordar é viver, certo?

Irei sempre recordar como um dos pontos que não quero para mim. Talvez o que se sucedeu fosse uma espécie de suicídio. Acima de tudo, fazer-me feliz a mim mesma é a minha principal prioridade.

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