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Vício de escrever

por *Márcia S.*, em 31.03.16

Escrever, para mim, tornou-se um dos meus maiores vícios que actualmente tenho. Escrever foi das primeiras coisas que comecei a fazer quando tive os meus problemas no passado. Grande parte da minha adolescência foi marcada pela escrita, no entanto acabei por deitar fora tudo o que escrevia na altura, devido a não ter grandes recordações do que lá teria escrito. Foi através da escrita que consegui superar alguns medos e foi com ela que desabafei diversas vezes. Recordo-me de passar horas, até de noite, a escrever em cadernos sobre tudo um pouco. No geral, colocava no papel tudo o que se passava na minha vida e foi assim que consegui ver diversas respostas para o que podia fazer em diversas situações.

Escrever foi, e é, algo que me ajuda no dia-a-dia. Tudo aconteceu naturalmente e, sem que eu desse conta, tornei a escrita num vício, que dura até hoje. É, muito provavelmente, dos poucos vícios que não afecta negativamente as nossas vidas e pode ajudar em diversas situações.

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A felicidade não se compra

por *Márcia S.*, em 30.03.16

Se há coisa que não podemos comprar, por muito dinheiro que possamos ter, é a felicidade. A felicidade é das melhores coisas que nos pode acontecer e que podemos encontrar nas coisas mais banais da nossa vida. Nem sempre vemos motivos para sorrir e ver a felicidade. Por vezes somos demasiado desleixados e nem reparamos que a nossa felicidade pode estar perto de nós, em coisas muito normais. Talvez por poder estar tão perto de nós e em qualquer lugar, a deixamos escapar tantas vezes, não a vemos sempre e quando a temos acabamos por a dar como certa.

Muitas foram as vezes que "rejeitei" a felicidade, que achei ser algo que eu nunca saberia o que era. O problema era que eu não a procurava, não partia em busca dela. Nem sempre a felicidade está nos locais mais óbvios e, acima de tudo, não a podemos comprar.

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A vontade dos outros deveria contar?

por *Márcia S.*, em 29.03.16

Na minha vida tive diversas situações em que dei mais ouvidos a quem não tinha de interferir na minha vida, deixando a minha vontade de lado. No meu passado fiz, por exemplo, variadas tentativas para perder peso e todas elas sem sucesso. Um dos maiores problemas para esse insucesso foi mesmo o facto de ter dado mais ouvidos ao que as pessoas que me rodeavam achavam correcto, ao invés de olhar para dentro de mim e pensar bem no que eu queria. Por vezes as pessoas que nos rodeiam até podem ter boas intenções no que nos dizem, nas opiniões que nos podem ir dando. Porém a decisão de levar em conta ou não as opiniões e conselhos que outros nos dizem é somente nossa. Sou da opinião de que as opiniões de outras pessoas podem ser ouvidas e, quem sabe, analisadas mas nunca seguidas ao risco de forma a não pensarmos no que realmente queremos.

Quando tomamos a iniciativa de alterar alguma coisa na nossa vida, devemos sempre ter em conta que a nossa opinião conta mais que a opinião das outras pessoas. Caso não estejamos a dar ouvidos à nossa vontade e formos realizar algo só porque a pessoa A, B ou C disse que seria o mais sensato, todo o plano poderá sair furado.

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Ninguém disse que era fácil!

por *Márcia S.*, em 29.03.16

Não consigo compreender algumas aquelas pessoas que desistem das sua ideias e objectivos mesmo antes de tentarem fazer acontecer. Acabam por dar desculpas como por exemplo que seria demasiado difícil alcançar o que pretendiam. Mas afinal, alguém disse que seria fácil? Acho que seria prudente existir o mínimo de esforço para conseguirmos atingir o que realmente gostamos, idealizamos e acima de tudo queremos.

Posso falar por experiência própria que desisti de muita coisa na minha vida e algumas dessas coisas por falta de tentativa. No entanto, quando comecei a combater o excesso de peso sabia desde o início que era um processo longo e difícil. Sejamos honestos, nada nesta vida nos é dado de mão beijada, como se costuma dizer. De qualquer forma, arrisquei, quis ir mais além, batalhei e retirei a palavra "desistir" desta minha "missão". Ninguém me disse que seria fácil e não foi, nem está a ser, no entanto, cada dia que passa é uma vitória que será festejada no final da jornada que não está para breve.

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Coisas que não gosto

por *Márcia S.*, em 28.03.16

Sou da opinião de que não devemos dizer que não gostamos de algo sem experimentar, ver ou provar primeiro. No entanto, nem sempre estamos dispostos a experimentar por diversas razões, sejam elas plausíveis ou não. Eu não fujo a essa regra e existem algumas coisas das quais não gosto, principalmente ligadas a comida, umas delas cheguei a experimentar e outras não faço questão de o fazer.

Visto que referi a comida como um desses exemplos, vou revelar alguns dos alimentos que não gosto, quer tenha experimentado ou não.

  • Pizza com ananás - Já experimentei, não é que seja mau de todo, mas é algo que não aprecio.
  • Caracóis - Nunca experimentei e só a imagem que tenho de tal "alimento" dá-me nojo, por isso mesmo não tenciono experimentar.
  • Lulas e Polvo - As lulas cheguei a experimentar (obrigada mas experimentei), mas o polvo não. Ambos são alimentos que não pretendo incluir nas minhas refeições.
  • Sushi - Cheguei a experimentar, creio que duas vezes, e sinceramente não consigo entender o fascínio que muita gente nutre pelo sushi. Não gostei e não irei repetir certamente.

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