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Quando os problemas teimam em aparecer

por *Márcia S.*, em 08.01.16

Há alturas que pareço um íman a atrair "o lado mau" das situações. Nem sempre tudo pode correr bem e quando tudo parece estar a correr a 100% a vida encarrega-se de lançar desafios para os superar. Alguns parecem ser repetidos, outros completamente novos. "Novas aprendizagens que irei retirar de tudo isto", vou pensando sempre para que tudo se suavize na minha cabeça. Nem sempre se torna fácil, nem sempre se torna simples de colocar a mente a trabalhar no que realmente importa e deixar o lado mais cruel no bolso. Foi por isso que me vi "obrigada" a assumir o papel de "ser uma pessoa em casa e outra fora dela". Presumo que o que mais consigo sentir nesta altura é sentir-me surpreendida comigo mesma. Surpreendida por conseguir deixar certos "fardos" em casa, saindo lá fora como se nada estivesse mal, como se o meu mundo estivesse a desabar e eu não podendo fazer nada para remediar a situação.
Chegar lá fora e encarar a porta de saída como uma porta de entrada para um outro mundo que não tem de "levar com problemas alheios" e nem tão pouco saber mais do que deve. O momento talvez mais complicado será certamente o que chego novamente ao meu mundo e tenho de voltar a pensar nesse lado cruel, porque não posso fugir dele.

É nestas alturas que o exercício me ajuda. Ajuda porque alivia o stress acumulado, porque me desgasta. Ajuda-me porque me deixa cansada ao ponto de ficar cansada para ficar a pensar demasiado nos assuntos que podem destruir-nos. Foi talvez das coisas que mais me ajudou nos últimos, quase, dois anos. Com o exercício aprendi não só o lado bom do "manter-me o mais saudável possível" mas também a usar algo útil para mim (e para a minha saúde) que me ajuda no dia-a-dia a controlar a ansiedade e stress.

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Não esqueci, habituei-me!

por *Márcia S.*, em 08.01.16

(irreal)

 

Um dia foste embora, como se tudo fosse tão simples, num abrir e fechar de olhos. Num minuto estavas perto e no minuto seguinte tão distante! Não sei se naquele dia estava em mim, julgo que me senti morta por dentro! Nesse dia o meu sentido de vida alterou-se até certo ponto com a tua partida. Tudo mudou, tu, eu, nós. Durante muito tempo convenci-me a mim mesma que já não gostava, que já não desejava, que tinha esquecido. Oh se esqueci! Esqueci a nossa paixão, os sonhos. Esqueci-te a ti, a mim e a nós. Oh se esqueci!

Hoje é o dia que posso revelar que não, eu não esqueci! Eu não esqueci nada, nada de nada. Não esqueci o que foste, o que eu fui e acima de tudo o que nós fomos. Porque com ou sem motivos, tudo foi bonito enquanto durou. Hoje é o dia que posso revelar que apenas me habituei à ideia de que teríamos caminhos diferentes e que, muito provavelmente, "nunca" se vão cruzar.

 

(imagem retirada da internet)

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