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Já sentia falta de...

por *Márcia S.*, em 28.11.15

Um sábado como o de hoje... Um sábado em que farei o que me apetecer. Um sábado sem nada marcado, sem preocupações e que apenas farei o que no momento me apetecer. Um sábado em que o telemóvel ficará sem som e só estarei contactável no momento que me lembrar de pegar nele, e por breves momentos. Sentia falta de ter um sábado "desmarcado", que me apetece não falar, não fazer rigorosamente nada.

Talvez seja apenas um dia, mas pode ser o suficiente para recuperar energias!

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Por vezes tudo desaba

por *Márcia S.*, em 28.11.15

Por vezes há quem duvide que sou extremamente feliz porque "tanta coisa acontece e és feliz?". Talvez essas pessoas não percebam mas sou feliz mesmo com tudo o que de errado pode e vai acontecendo. Sou feliz com os meus erros, porque me trazem novas aprendizagens. Sou feliz com os conselhos que me dão e eu sei serem sinceros, pela preocupação que me transmitem. Sou feliz com as palavras duras que vou ouvindo, porque são elas que me dão força para levantar de cabeça sempre levantada. Sou feliz mesmo quando me magoam, porque no final quem ficou com a perda maior não terei sido eu. Talvez essas pessoas não percebam, mas eu tento ver o lado positivo em tudo o que de mau pode passar-me pela frente, e é esse lado positivo que me faz acreditar num mundo melhor! Talvez seja um "sonho demasiado grande", mas nunca fez mal sonhar.

Seria hipócrita se dissesse que não fico triste e desiludida com dezenas de situações que se têm atravessado nos últimos tempos na minha frente. Por momentos o meu mundo desabou, caiu, desmoronou-se, ficou negro. Fiquei desiludida, fiquei triste, mas ignorei. Ignorei porque, no final são estas aprendizagens que me fizeram ver que existe o lado positivo de (quase) tudo o que de mal nos pode acontecer.

Por vezes a saída de alguém importante da nossa vida, faz-nos reconstruir algo tão simples como: preocupação própria! Se não formos nós a termos preocupação por nós mesmos, ninguém o vai fazer.

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Segredos em silêncio

por *Márcia S.*, em 25.11.15

É, maioria das vezes, no silêncio que desvendo os meus segredos. Por vezes nego evidências que são tão claras como a água, por se tratar de assuntos demasiado "secretos" para serem revelados a alguém. Os maiores segredos que posso ter, nunca serão revelados a não ser a mim mesma. É no silêncio que converso comigo mesma, que abro o baú dos segredos e coloco mais alguns, recordo outros e mantenho outros tantos.

Mas, nem todos os segredos precisam de ficar "em segredo" só para mim. Em geral, tudo em mim é um segredo que vai sendo desvendado aos poucos conforme as pessoas que me rodeiam me vão conquistando.

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Os anos passam e as pessoas mudam

por *Márcia S.*, em 19.11.15

Os anos passam e as pessoas mudam. Ou pelo menos deveriam mudar, amadurecer, ter novos objectivos, ou objectivos alcançados. Ter mudanças, não necessariamente físicas mas... principalmente mentalmente mais evoluídas, mudadas! Ao fim de uns anos apercebi-me que mudei o suficiente para olhar para trás e rir de certas atitudes que hoje não as teria. Perdi certas formas de ser e agir, mas adquiri tantas outras tão ou mais importantes que anulam as perdidas.

Reencontrar o passado no presente, comparar ambos e perceber que as pessoas são as mesmas, o discurso mudou, a mentalidade mudou, a forma de agir mudou, a forma de ver a vida mudou! Muito mudou, mas as pessoas são as mesmas, são tão diferentes mas ao mesmo tempo tão iguais.

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Não precisamos de muitos amigos...

por *Márcia S.*, em 18.11.15

... precisamos de bons amigos!Tantas foram as vezes que ouvi isto e muito sinceramente nunca deitei grande atenção a isso. Era algo sobre o qual não costumava pensar muito, não costumava perder muito tempo a ponderar se seria realmente verdade o que ia ouvindo dizer. Mas, na realidade e após pensar verdadeiramente no assunto, cheguei a essa mesma conclusão. De que servirá ter dezenas de amigos quando nos momentos mais importantes da vida estamos completamente sozinhos, desamparados e sem um ombro amigo a quem recorrer? Os últimos dias têm servido para a minha aprendizagem nesse sentido. Até que ponto certos conselhos que nos vão dando serão realmente verdadeiros, sentidos? Até que ponto as pessoas confiam em nós tanto quanto dizem? Até que ponto uma amizade de anos pode ser mais valiosa do que uma amizade que se criou em pouco tempo mas no fundo já vivenciou mil e uma coisas, coisas essas nunca vivenciadas em amizades de anos? Até que ponto podemos chamar de amigos a pessoas que conseguem preocupar-se mais em criticar os nossos amigos, mesmo com toda a razão? Até que ponto podemos chamar de amigos a pessoas que apenas mostram estar presentes quando o estão fisicamente?

Amigos, os BONS AMIGOS, são aqueles a quem posso ligar quando preciso e não me rejeitam, são aqueles que quando mais precisamos estão lá (sem a necessidade de os chamar), são aqueles que conseguimos chamar de irmãos (mesmo não sendo de sangue).

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