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O que os pais deviam saber/fazer

por *Márcia S.*, em 12.07.15

Estava eu a pensar, visto ter passado pela adolescência e ter passado por alguns destes problemas ou ter visto amigos/colegas com esses problemas, e decidi escrever sobre o tema.

É apenas o meu ponto de vista e não uma "lei" a ser cumprida, pois cada caso é um caso.

  • Não menosprezar os problemas dos filhos só porque "são miúdos" ou porque acham que não são problemas a sério. Para os jovens/adolescentes os seus problemas são mesmo reais, por mais parvos que pareçam.
  • Normalmente os adolescentes não contam aos pais os seus problemas. Muitas vezes por "medo" de não serem compreendidos. Se contarem, esperam ser entendidos, compreendidos e ajudados. Caso os pais não tentem entender, correm o risco (isto é certinho e direitinho) de os filhos não voltarem a recorrer a eles para desabafar os seus problemas. Não são muitos os jovens/adolescentes que recorrem aos pais para desabafar por já terem desabafado com eles e não terem sido levados a sério ou por medo de não serem compreendidos. Aí, acabam por recorrer aos amigos que certamente vão entender. (não é que seja mau recorrer aos amigos, mas os pais deveriam ser os primeiros a entender os filhos e tentar ajudar)
  • Não ter tempo pode ser um problema. Qualquer um quer ter um pouco do tempo dos pais para si.
  • Se não tiverem tempo para eles e não querem saber dos seus problemas, não se queixem que eles passam o tempo todo no quarto, com o computador ou telemóvel. Fazem bem (muito bem até) em queixarem-se desses aspectos quando se esforçam para se relacionarem com eles e são os filhos a se afastar. A relação tem de partir de ambos os lados.

É errado, no meu ponto de vista, ignorarmos um problema de alguém (seja ele infantil ou não) que nós amamos.

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Lugares que não gosto de frequentar

por *Márcia S.*, em 12.07.15

 

  • Não gosto de frequentar lugares que sei serem lugares que pessoas que não gosto frequentam. Não deixo de viver a minha vida e de frequentar os lugares que mais gosto, mas gosto demasiado de mim para ir a algum sitio que sei à partida que vou estar desconfortável. (Sim, já frequentei sítios que sabia que poderia encontrar pessoas dessas e não "morri", não deixei de os frequentar, mas tendo opção de escolha altero claro!)
  • Não gosto de ir a casa de pessoas que acabei de conhecer, conheço mal ou não me dizem nada. E irrita-me que me tentem forçar a ir. "Anda lá, vamos todos!" são frases típicas de pessoas que querem forçar outras a ir a algum lugar e eu detesto que as apliquem comigo!
  • Não gosto de ir a parque aquáticos. Sim, é verdade! Tudo o que tenha escorregas de água e afins para cair na água eu não gosto. Não que tenha medo de me afogar, eu até me desenrasco a nadar, mas aqueles que são em "tubos fechados" faz-me pensar que vou perder a respiração. Detesto! Os que levam bóias, vem-me à cabeça que vão rebentar. (Irónico, porque gosto dos colchões na água.) Os escorregas "normais" fazem-me impressão pela altura! Não sei se um dia venho a gostar disto mas, neste momento não quero mesmo nem ver algum deles!
  • Aqueles restaurantes todos chiques que o empregado não sai de perto da mesa e uma pessoa nem consegue falar normalmente! E, pior, aqueles que têm um funcionário a abrir a porta do carro! Irrita-me tanto, mas tanto!
  • Praias lotadas. Eu gosto de ter pouca gente em volta de mim. Gosto, adoro, praia (não morro de amores mas gosto sim) mas daquelas com pouca gente!

 

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